"Isso não é só bolo não! É obra de arte!", exclamou a vizinha Aparecida quando nos abriu a porta no domingo. Fomos muito bem recebidos [somos sempre] por quatro gerações bem representadas da sua família, para o almoço do dia do Pai [Pais aqui].Quando nos convidou pensei logo em levar este bolo pela novidade das sementes de papoila, que no Brasil não existem. Lembrei-me então da textura húmida do bolo de iogurte grego e acabei criando uma receita com o melhor dos dois bolos. Usei a forma nova [obrigada Guigas] responsável pelo impacto visual, mas o melhor veio depois, quando todos puderam provar, o bolo acabou num instante com muitos elogios ao sabor, aspecto e textura. Sabem aquela satisfação de ter criado algo que além de bonito é delicioso? Mal fiquei só, voltei a fazer a receita, sem pressas, confiante e invadida por esse sentimento, que me acompanhou em todas as etapas, incluindo rapar a massa da tigela como se voltasse a ser pequenina ;)
Ingredientes [para forma de 10 cups]
6 ovos [gemas e claras separadas]
360 g de farinha com fermento
250 g de açúcar
200 g de manteiga
150 g de iogurte grego
1 1/2 raspa de limão e sumo de 1
1 gota de essência de baunilha
1 1/2 c. de sopa de sementes de papoila
2 c. café de fermento para bolos
Ligue o forno a 180ºC.
Unte a forma e polvilhe com farinha.
Coloque a manteiga e o açúcar na taça da batedeira fixa e misture em velocidade média. Adicione as gemas e o iogurte continue a bater, depois a raspa e o sumo de limão e a baunilha.
Junte a farinha, o fermento em pó e as sementes misturando em velocidade baixa.
Bata as claras em castelo e incorpore-as na massa. Verta para a forma e leve ao lume por 40 minutos ou até ficar dourado.





